sexta-feira, 18 de maio de 2012

Doutor Octopus


Brifando-Me - Alexandre Cruz


Não sei como passou tão rápido, mas já se foram mais de 2 décadas no mercado desde vendedor de calçados a técnico em contabilidade.
Minha história começa de um jeito inusitado, encontrando meu verdadeiro "eu" como "pestapista" de O DIÁRIO DE MOGI em 1994, às vésperas da informatização, com o que nunca sequer tinha trabalhado, então após 3 meses empregado tive uma oportunidade única: fui o único do setor a ser convidado para trabalhar no departamento de fotografia como scaneador principal do JORNAL. Só que minha verdadeira vocação não estava ali e sim no setor ao lado, de onde logo veio o convite para participar do DEPARTAMENTO DE ARTE do DIÁRIO DE MOGI.
Em 1998 saí do jornal retornando em meados de 2000, quando tive a grande satisfação de fazer um projeto inovador de um NOVO CLASSIFICADOS sobe a supervisão do então DIRETOR HÉLVIO ALCOBA (Fundador do JORNAL SETE), que depositou toda sua confiança em um projeto audacioso. "Bolas, nunca tinha feito aquilo, mas aceitei o desafio e passei com louvor pela ANJ, considerado um dos classificados mais perfeitos da atualidade na época ”ClassiDiário". Mas esse namoro não durou muito tempo.
Em 2004 voltei ao mercado publicitário e fui convidado pelo diretor Gabriel da GCEM a participar de seu quadro de DESIGNER GRÁFICO, e comecei assim mais uma história de sucesso onde fui o primeiro a postar três peças no clube da criação - CCSP, o novo cartão Shibata MasterCard, logomarca e kit mídia do jornal SETE e algumas campanhas de sucesso ao decorrer do tempo.
No final de 2008 montei minha própria Agência de Publicidade a controle publicidade ao lado de um sócio, mas não durou muito tempo e sai da sociedade e comecei uma carreira solo, onde cuido de um Grupo de empresas de Desentupimento: Desentupir 24 horas, Esgolimp, São Paulo e Hidrojateamento 24 horas,  um Grupo de Assistência Técnica de Eletrodoméstiscos (Abastec): GE Assistência Técnica, Bosch Assistência Técnica, Assistência Técnica  Importados, DCS Assistência Técnica, o Sincomerciários de Mogi das Cruzes, Mafra & Alves Advogados Associados, a Day Air, Allsigns, ATA Informática, Classe A e algumas outras contas.
Nesse tempo pude tirar algumas conclusões sobre meu ofício, meu verdadeiro eu".
Não existe uma predileção quanto ao porte do cliente, seja pequeno ou grande, o que faz realmente a diferença é conceber uma solução interativa que atenda ou supere sua expectativa, agregando inovações e comunicação direta com o cliente final.

O verdadeiro sábio não é aquele que sabe tudo, mas sim aquele que só usa apenas o que sabe. Pense nisso!


Conheça meus sites:

HTTP://www.doutor.octopus.nom.br – Octopus Premier= Hospedagem e  sites pré prontos.

HTTP://www.doutoroctopus.com.br – Galeria de Clientes, material gráfico entre outros.

HTTP://www.seooctopus.com.br – Site em construção.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Como aparecer no índice do Google

Sua página existe? 

Parece uma pergunta sem relevância, mas em diversos casos as pessoas apenas compram um domínio e acreditam que seu website irá aparecer no Google logo que comprado. Para isso, contrate a Doutor Octopus “desenvolvedor” ou tenha uma pessoa que saiba criar uma página na Internet.
Esta página pode ser lida pelo Google?
Verificar se a página pode ser lida pelo robô do Google. A Octopus cria e gerencia o site através da ferramenta do Google... leia mais



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Otimização de Sites, melhore o posicionamento do seu site!

Dr. Octopus na primeira página do google nas palavras chaves: otimização, otimização de sites, criação de sites, desenvolvimento de sites, sites, sites em mogi das cruzes e construção de sites em mogi das cruzes







Dr Octopus - Ligue: 11 6856-7934 - contato@doutoroctopus.nom.br

sábado, 18 de junho de 2011

Doodle homenageando Les Paul dá prejuízo de US$ 268 milhões a empresas

Levantamento aponta que funcionários desperdiçaram 5,3 milhões de horas de trabalho na página da Google.


De acordo com dados publicados pela Rescue Time em seu blog, o Doodle que homenageia o guitarrista Les Paul custou US$ 268 milhões à economia mundial. Esse valor não corresponde à produção da página, mas refere-se ao custo que as empresas tiveram com seus funcionários, que acessaram o serviço durante o expediente de trabalho.

Segundo a empresa que comercializa softwares gerenciais, as visitas ao Google tiverem um aumento de 26 segundos no tempo médio de permanência devido ao Doodle. Considerando um salário médio de US$ 25 por hora, os 740 milhões de visitantes diários somam cerca de 5,3 milhões de horas de trabalho perdidas.

Multiplicando as horas perdidas pelo valor pago por hora aos colaboradores e acrescentando os encargos trabalhistas, as empresas perderam aproximadamente US$ 268 milhões. Se você ainda não conferiu a página da Google que permite tocar guitarra, clique aqui e conheça o Doodle.



PRECISANDO DE UM SITE NOVO
ACESSE: WWW.DOUTOROCTOPUS.COM.BR





Notebook conceitual apresenta tela que pode ser rotacionada

A principal característica dos notebooks e netbooks é a portabilidade. Tendo isso como premissa, os designers Ma Yiwei e Tao Ying criaram um conceito de gagdet portátil que pode ser utilizado tanto na vertical como na horizontal. O modelo foi concebido para disputar a Fujitsu Design Award 2011, o evento de tecnologias conceituais da Fujitsu.

O grande diferencial desse aparelho é a dobradiça, a qual permite a visualização do monitor no estilo paisagem ou retrato. O visual do conceito é mais compacto que o dos aparelhos que estamos acostumados a ver nas lojas. Confira a aparência do dispositivo na galeria de imagens abaixo:

O teclado alfabético mantém os padrões atuais, o QWERTY. Entretanto, o aparelho não possui teclado numérico. Pelas imagens divulgadas, não é possível determinar a amplitude do touchpad, nem se o mecanismo tem suporte para multitouch. As dimensões do modelo o tornam um quadrado, tendo 16,5 centímetros de altura e largura e 1,77 centímetros de espessura.

PRECISANDO DE UM SITE COM QUALIDADE!

domingo, 22 de maio de 2011

Primeiro malware para roubar dados bancários de sistema em 64 bits é brasileiro



Fabio Assolini, pesquisador de segurança da Kaspersky Lab, publicou no blog da empresa que foi detectado o primeiro rootkit para roubar dados bancários especificamente em sistemas operacionais de 64 bits. A nova ameaça foi desenvolvida por brasileiros.
De acordo com o informe, foi encontrado um arquivo malicioso inserido em um site popular brasileiro, o qual não teve seu nome divulgado. O malware é baseado na plataforma Java e rouba informações de acesso a internet bankings após infectar a máquina.
Segundo Assolini, os ataques acontecem no estilo drive-by. Isso significa que o rootkit baixa e instala diversos malwares no momento em que um endereço infectado é acessado. Esse tipo de conteúdo malicioso é capaz de modificar configurações de inicialização do PC, bem como redirecionar o internauta para sites que utilizam ophishing como mecanismo de fraude.
O malware brasileiro pode desativar o User Account Control (UAC) do Windows, o que abre enormes brechas para que outros vírus invadam o computador. Apesar do perigo, Assolini diz que o sistema utilizado pelos cibercriminosos é interessante e explica como ele funciona:
“Todo o esquema malicioso é simples, mas interessante. O arquivo ‘add.reg’ irá desativar o UAC (User Access Control) e modificar o Registro do Windows, adicionando CAs (Autoridades Certificadoras) falsas na máquina infectada”, comentou o pesquisado da Kaspersky.
“O arquivo ‘cert_override.txt’ é um certificado digital falso assinado pela AC [Autoridade Certificadora] fraudulenta registrada no sistema. O objetivo principal desse ataque é redirecionar o usuário para um domínio de phishing. O site malicioso, então, mostra um ícone de conexão segura (https), simulando a página verdadeira do banco”, completou Assolini.

Concordou e não leu, sua alma você vendeu

Ninguém lê os termos de uso ao instalar um software e, em muitos casos, esse é um grande erro. Confira o que deve ser ponderado antes de clicar em Aceitar.

A cena é clássica. O instalador do software inicia e, antes de começar a copiar os arquivos para o seu computador, exibe um texto enorme, em letras razoavelmente pequenas, que define o que pode ou não ser feito com aquela cópia do programa. Mas, sem se dar o trabalho de ler qualquer frase, o usuário clica logo em “Aceitar”.
A cena descrita acima deixaria nossos avós de cabelo em pé! Aceitar um termo de uso sem ler é o mesmo que assinar um contrato sem saber o que está sendo estipulado. Se, por acaso, naquele texto tiver algo que possa prejudicá-lo, pode ser tarde demais para reclamar depois que você concordar com o contrato.
Afinal, os termos de uso não passam de um contrato entre o fabricante do software e o usuário, que pagou por ele. Quando alguém compra a cópia de um software, a pessoa não está adquirindo o programa em si, mas o direito de usá-lo. E esse direito está regido sob regras estipuladas pelo fabricante. Caso o usuário não concorde com os termos apresentados, a instalação é logo cancelada.



Afinal, alguém lê aquele catatau?


Você costuma ler os termos de uso antes de aceitá-los?
A resposta é a que todo mundo esperava: quase ninguém. A maior parte das pessoas passa apenas alguns poucos segundos antes de clicar em “Aceitar”, tempo insuficiente para ler um parágrafo sequer.
Esse comportamento já foi comprovado. Rainer Böhme, da Universidade de Berkley, e Stefan Köpsell, da Universidade Técnica de Dresden, realizaram uma pesquisa (PDF) com mais de 80 mil usuários. Em um serviço de proxy anônimo, os pesquisadores inseriram um aviso de mais ou menos 200 palavras, em inglês e alemão, convidando o usuário para participar de uma pesquisa sobre anonimato na internet. O texto era curto e dispensava até mesmo barra de rolagens.
Mais de 50% dos 81.920 usuários fecharam a janela em menos de oito segundos, o que demonstra claramente que eles não leram o texto todo. Além disso, os responsáveis pela pesquisa perceberam que o texto exibido nos botões da janela é que definem a atenção que o usuário dispensa a ela.


A influência dos botões


A receptividade varia de acordo com o texto dos botões
Se a janela exibe os botões “Accept” e “Decline”, por exemplo, as chances são grandes de que o usuário aceite os termos propostos pelo texto, já que a janela se parece, visualmente, com a de um contrato de licença.
Quando os textos dos botões foram alterados para “Eu desejo participar” e “Eu não desejo participar”, os pesquisadores perceberam uma queda muito grande no nível de aceitação dos usuários, porque esses botões faziam com que eles lessem o texto e pensassem melhor antes de responder.
Além disso, Böhme e Köpsell constataram que as chances de aceitação do termo diminuem à medida que o usuário passa tempo demais na tela do contrato. Ou seja, quando o usuário realmente lia o texto da janela, ele decidia não participar da pesquisa. Mas a grande maioria continuava clicando em “Aceitar”, sem ler.
O mais preocupante é o fato de que o teste foi realizado com pessoas que se preocupam com a privacidade online, ou seja, com usuários que já passaram do nível iniciante e que possuem um bom conhecimento sobre o uso de computadores ou de internet. Em um sistema de uso mais geral, talvez os resultados fossem ainda piores.


5% dos usuários leem o contrato


Jeff Sauro, fundador da empresa Measuring Usability, que tem como foco pesquisas e estatísticas referentes à usabilidade de softwares e sites, também afirma que pouquíssimas pessoas leem os termos de uso. De acordo com o profissional, ao analisar o registro de alguns softwares, ele percebeu que, em média, os usuários gastam apenas seis segundos na tela com o contrato de licença.
Ainda de acordo com Sauro, se a leitura do termo de uso demora em média 2 minutos para ser completada, pode-se afirmar que cerca de 95% dos usuário não leem o texto antes de clicar em aceitar.


Vendendo a própria alma, literalmente


7,5 mil usuários venderam suas almas para a Gamestation
Para comemorar o Dia da Mentira, a empresa Gamestation adicionou uma cláusula, no mínimo, divertida: o usuário que concordasse com a licença estaria vendendo sua alma para a fabricante do game. Porém, eles foram bonzinhos.
Caso o usuário não acreditasse que possuía uma alma, já tivesse vendido a alma para outra pessoa ou simplesmente não concordasse, ele poderia discordar da cláusula por meio de uma caixa de opção.
Mesmo assim, 7,5 mil pessoas venderam suas almas à empresa. É possível que boa parte desses usuários tenha entendido a piada e resolveu participar dela, mas também é muito provável que a maioria nem sequer leu os termos com os quais estava concordando.


Termos mais comuns nas licenças


Famosa por defender os direitos civis nas questões relacionadas à internet ou à tecnologia, a Electronic Frontier Foundation (EFF) preparou até mesmo um guia sobre os termos mais comuns presentes nos contratos de licença. De acordo com a fundação, há inúmeras cláusulas que podem restringir a liberdade dos usuários ou diminuir a sua privacidade.


Não fale mal de mim


Alguns não software não permitem a divulgação de resultados de benchmarking
Para começar, muitas delas estipulam que o usuário não pode criticar publicamente o software que está usando. Mas precisamente, essa licença costuma dizer que os resultados obtidos por testes de performance não podem ser divulgados ou comparados publicamente com o de produtos concorrentes. Empresas como a McAfee, Microsoft e VMware são algumas das que já apelaram para esse termo, que além de violar o seu direito de expressão também favorece uma prática de mercado desleal, já que elas poderiam, por exemplo, publicar relatórios de comparação dos próprios produtos em relação ao dos concorrentes.


Sorria, você está sendo observado


Parece mentira, mas o fato é que algumas empresas sabem o que está acontecendo em seu computador. O termo de uso de alguns softwares estipula que a fabricante pode instalar, automaticamente e sem a sua confirmação, softwares em seu computador, em nome da “segurança”.
O editor de vídeo Studio 9, por exemplo, trazia uma cláusula em sua licença alegando que esses softwares instalados por eles poderiam fazer com que o editor ou qualquer outro programa do seu computador parasse de copiar ou de reproduzir conteúdo protegido por direitos autorais.
Ou seja, a Pinnacle, fabricante do Studio 9, declarava que poderia estragar o sistema do usuário com essas instalações automáticas. E, mesmo assim, muitos devem ter clicado em “Aceitar”.
A licença de muitos softwares também estipula que o usuário concorda com a instalação de spywares em sua máquina.


Não estude este software


Engenharia reversa não é permitida em softwares comerciais
A maior parte das licenças também traz uma cláusula dizendo que o usuário não pode aplicar engenharia reversa ao software ou tentar “descompilá-lo”, ou seja, revertê-lo para o estágio de código-fonte. A razão é óbvia: proteger a propriedade intelectual do fabricante e evitar que outras pessoas possam lucrar em cima da criação da empresa.


Não use outro software


Outro termo que aparece com frequência é o que estipula quais softwares não devem ser usados junto com o produto do contrato de licença em questão. Alguns programas não permitem que você use maneiras “não oficiais” para removê-los, como softwares que possam desinstalar o programa de seu computador.


Concorde com o que ainda não existe


Não raros os contratos de licença avisam ao usuário que ele está concordando, automaticamente, com todas as implementações, modificações e atualizações do software que possam ocorrer no futuro. Algumas vão além e dizem que o usuário também concorda com qualquer alteração que o termo de uso possa ter.


Cláusulas nem tão comuns assim


Algumas licenças trazem cláusulas tão estranhas que até chegam a ser engraçadas. Outras acabam usando o senso de humor como forma de fisgar o usuário e fazer com que ele continue a ler o texto do contrato.


iTunes


iTunes não pode ser usado para criar armas
Quem compra joguinhos e outros aplicativos pela loja do player de música da Apple nunca deve ter pensado em usar o software licenciado para cometer algum crime. Mesmo assim, a licença da iTunes Store estipula que o usuário está ciente de que não deve usar os softwares “comprados” para desenvolver ou produzir mísseis, armas químicas, nucleares ou biológicas.
O mesmo vale para o player de música em si. Quem usar o programa se compromete a não usar o iTunes para construir ameaças nucleares ou químicas. Além disso, a Apple estipula que, se por acaso ela precisar pagar alguma indenização ao usuário, esse valor não ultrapassará o valor de US$ 50.


WordWeb


O dicionário WordWeb possui uma versão paga e outra gratuita. Mas, atenção: não são todas as pessoas que podem instalar a versão gratuita. De acordo com a licença, o software só pode ser instalado apenas por “quem faz, no máximo, dois voos comerciais (e não mais do que um voo de retorno) em um período de 12 meses”.
O texto ainda complementa, dizendo que as pessoas que mais do que isso precisam comprar a versão “Pro” caso queiram continuar a usar o software depois do período de avaliação.
A empresa alega que esse modelo de licença é usado para incentivar o uso da versão gratuita por pessoas menos favorecidas, além de fazer com que os outros usuários possam pensar sobre o impacto ambiental causado por tantos voos.


Opera


Licença do Opera diz o que você pode ou não enviar para a web
Pode parecer esquisito, mas a licença do Opera define como você pode ou não usá-lo na internet. O contrato proíbe, por exemplo, que o usuário envie ou disponibilize, por meio do navegador web, imagens, códigos e outros tipos de material obscenos, vulgares, ameaçadores ou com mensagens de ódio, assim como conteúdo que desobedeça a leis ou infrinja os direitos de terceiros.
Além disso, a empresa também se dá o direito de bloquear certos sites ou domínios e redirecionar o usuário para outras páginas. Ao clicar em “Aceitar”, você está concordando com isso.


Feelin


O framework de desenvolvimento Feelin também possui uma licença curiosa. Logo no início, antes de começar as cláusulas do termo de uso, os desenvolvedores avisam que o usuário do framework promete comer apenas vegetais em pelo menos um dia da semana, ajudar ou falar com pessoas que estão passando necessidades, respeitar pessoas diferentes, reciclar o lixo, praticar sexo seguro e não invadir países pensando que é o dono do mundo.


Cuidado com os termos de uso do Twitpic!


Ao enviar uma foto você cede direitos para o Twipic
Os termos de uso do Twitpic, serviço de compartilhamento de imagens pelo Twitter, acabaram levantando uma discussão muito relevante sobre direitos autorais. Basicamente, o contrato de licença do site dizia que a foto enviada por um usuário não podia ser reutilizada por jornais, blogs e outras pessoas, mesmo que o dono da foto autorizasse.
Depois de algumas críticas, os responsáveis pelos termos de uso voltaram atrás, garantindo os direitos completos de quem enviou a imagem para o site. Porém, o contrato de licença do Twitpic ainda esconde uma pegadinha: ao enviar uma imagem para o site, o usuário está concedendo, automaticamente, permissão para que o Twipic possa usar a fotografia como bem entender, até mesmo licenciando a foto que você tirou para outras empresas.
E, recentemente, a empresa responsável pelo Twitpic, WENN, anunciou que passará mesmo a licenciar o conteúdo disponibilizado por meio do site. Portanto, se você não concorda com esses termos, talvez seja bom procurar uma alternativa, como o Yfrog, que deixa claro nos termos de uso que não venderá ou licenciará as imagens enviadas pelos usuários.


Validade legal das licenças de software


Como a justiça brasileira trata a compra de softwares?
O Tecmundo entrou em contato com o advogado Iwerson Luiz Wronski, que explicou que a legislação brasileira encara os termos de uso de um software como uma transação comum de consumo.
“O contrato de licença de uso de software se caracteriza como um contrato de consumo, sujeitando-se ao regime jurídico do Código de Defesa do Consumidor. O adquirente ou cessionário de software é sempre consumidor, sem qualquer distinção. Toda vez que o usuário adquire bens e serviços de informática, tornando-se ou proprietário ou cessionário, está protegido pelo Código de Defesa do Consumidor”, explica Iwerson.
“O artigo 2º da mesma norma legal é claro ao conceituar consumidor como ‘toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final’”, complementa.
Outra questão que pode ser pertinente é o fato de que, no Brasil, ao contrário dos Estados Unidos, a proibição de engenharia reversa de softwares não pode ser contestada. De acordo com Iwerson, isso se deve ao fato de que o usuário não está comprando o produto, mas apenas a licença de uso dele. O usuário só pode estudar ou modificar um software caso o detentor dos direitos do produto o autorize a fazê-lo.


Publicado no baixaki